quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Natal

Festividade celebrada pela maioria da população, não nos pode ser indiferente; num período de tempo em que a maioria das crianças ficou doente, pouco se conseguiu fazer com o grande grupo. As vivências foram mais individualizadas, as histórias foram aparecendo e só no final conseguimos reunir-nos para celebrar esta tradição.
 
Fizemos atividades de culinária, confecionando bolachas natalícias. Estivemos muito empenhados nesta tarefa e no seu resultado; as primeiras saíram queimadas, mas logo aprendemos e a segunda fornada saiu muito boa.
"Tenho uma ideia. Podemos levá-las amanhã para o teatro e comê-las ao lanche" - diz o Martim
E assim fizemos.


"Amanhã temos de vir cedo para apanhar o autocarro" -  informo eu.
"Como? Vamos jogar à apanhada com o autocarro?" questiona a Camila.
E assim começou a nossa aventura de jogar à apanhada com o autocarro, ir para a cidade, assistir ao teatro musical "Vila dos Heróis" e voltar ao autocarro, jogando de novo.
Ao sair do autocarro novas surpresas nos esperavam, com um grupo de mães que prepararam uma sala de festa e uma mesa posta com comida de todos para partilhar.
A maior surpresa foi um boneco pai natal na sala, rodeado de presentes para as crianças.
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                                                             FELIZ NATAL

Momentos

Na sala as atividades sucedem-se, relacionadas ou não com projetos específicos, mas sempre contemplando o que foi previsto no PCG; aqui ficam alguns registos do primeiro período:
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A velha e a bicharada

Regularmente temos a visita de outras educadoras do Agrupamento, que neste dia nos fizeram algumas surpresas; trouxeram um teatro, a partir de uma lenga-lenga " A velha e a bicharada".
Criamos uma sessão de teatro, com bilhetes numerados e com lugar marcado; nesta recreação de uma sala de espectáculos, antevimos o que nos espera  no Teatro José Lúcio da Silva; foi grande o envolvimento das crianças em todo o ambiente que rodeia um espetáculo.

 
 
 
 

  O espetáculo começou:

"Era uma velha, que tinha um gato,
debaixo da cama o tinha...
o gato miava 
e a velha dizia:
Estou só, estou só, estou só numa banda só!

Era uma velha que tinha um cão (...)"


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Obrigada Leonor Lourenço e Aida Frazão


Se eu fosse muito forte

Se eu fosse muito Forte...

O livro que lemos hoje tem este título " Se eu fosse muito forte" e com ela fizemos uma grande viagem pelo imaginário;
No final a maioria das crianças conseguia imaginar-se MUITO FORTE. Umas  com mais e outras com menos facilidade, representaram aquilo que fariam; algumas apenas desenharam, não conseguindo verbalizar a sua intencionalidade:

Se eu fosse MUITO FORTE...
- Tratava de uma cobra doente (Bernardo);
- Levantava um elefante para ir ter com a família dele (Yara);
- Agarrava um elefante (Érica);
- Levantava uma montanha (Lourenço);
- Ajudava um menino a descer de uma montanha muito alta (Martim);
- Levantava uma montanha (Inês);
- Mudava os móveis para outra casa (Micael);
- Fazia um barco (Matias);
- Levantava a pedra de cima dos meninos (Camila);
- Puxava este barco (Alícia);
- Apanhava um barco (Madalena);
- Apanhava um ladrão (Beatriz);
- Levava ao colo uma menina com os ossos todos partidos, para o médico (Liana).

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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Visita - Animadora

O Agrupamento de Escolas, através da sua animadora Patrícia Martins, trouxe-nos uma história, que contou com ajuda de uma caixa e de imagens bem divertidas; ela trazia uma cartola verde e uma bengala também verde, tal como o Sr Verde, da história. Por isso prestamos muita atenção a tudo o que ela contava.




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Afinal, a história falava de medo e coragem, e também de como as pessoas diferentes gostam de conviver umas com as outras e como isso é agradável e divertido.
Aprendemos uma cor que se chama púrpura.
 


Para festejar a nossa "coragem" ao enfrentar o medo, festejámos, tal como o Sr. Verde, com chá e bolinhos verdes (scones), que a Patrícia trouxe. (Afinal o chá não é assim tão bom)

Visita - Ludoteca

Recebemos no Jardim de Infância algumas visitas: a primeira foi uma LUDOTECA. Não conhecíamos este nome, mas tentámos perceber o que significa; a expectativa é grande.
Chama-se "Os  Malmequeres" e são jovens especiais que nos vêm contar histórias e jogar connosco.
A história foi contada através de sombras, com bonecos feitos por eles; foi muito interessante. Depois pintámos os corvos de madeira que eles nos trouxeram; brincamos muito.
 
 
 
 
 
 
 
 


 Foi muito divertido porque os jovens brincaram conosco.

No dia seguinte a história foi recontada de várias formas na expressão plástica, principalmente na modelagem com barro.